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Noite estrelada
No que acredito e em quem me inspiro

Parece uma frase meio clichê, mas eu realmente levo a sério. O mundo só muda se a gente muda. É por isso que também acredito demais na importância da autoresponsabilidade. Eu sempre brinco que “não, a culpa não é do Mercúrio Retrógrado”. Se você busca a Astrologia para poder colocar a culpa no seu mapa, veio ao lugar errado hehehe. Eu acho que temos um papel fundamental no futuro que desejamos criar, e isso vale tanto para o que pensamos, para o que acreditamos e, principalmente, para o que praticamos.

 

Acredito também no poder da comunicação sincera e na vulnerabilidade como forças transformadoras. Me esforço de verdade para me comunicar bem, ser compreendida e entender o outro.

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Nada, absolutamente nada, funciona direito se não conseguimos expressar o que sentimos e o que precisamos. E o melhor: custa zero reais ter uma conversa aberta e honesta em qualquer relação da nossa vida.​

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Eu acredito na mudança interna para mudar o mundo!

Me inspiro muito no movimento slow living e na presença, na busca por um ritmo mais alinhado com a natureza e com minha essência. Acredito que dá, sim, pra viver com mais leveza e consciência, mesmo dentro da “Matrix”.

 

Falando em ritmo da natureza, eu amo acompanhar os ciclos naturais e me observar a partir deles: as estações do ano, as fases da lua, os trânsitos dos planetas na Astrologia e até algumas inspirações do Calendário Maia — também conhecido como Lei do Tempo, Matriz Tzolkin e Calendário das 13 Luas. Esses referenciais foram (e continuam sendo) fundamentais no meu processo de autoconhecimento e me guiam muito no dia a dia.

 

Para chegar até aqui, fui reunindo muitas referências que me acompanham ao longo da jornada — de Jung e a psicologia arquetípica a autores contemporâneos como Clarissa Pinkola Estés e Byung-Chul Han.

 

Na Astrologia, me inspiro na abordagem de luz e sombra da Claudia Lisboa e no olhar profundo e psicológico da Liz Greene.

 

No mundo organizacional, tenho afinidade com os movimentos do Capitalismo Consciente, os IDGs (Indicadores de Desenvolvimento Interno) e outras teorias regenerativas.

 

Sou espírita desde criança e gosto de me aproximar dos ensinamentos do budismo. Medito com regularidade, já pratiquei yoga e, hoje em dia, prezo muito pelo exercício físico. Acredito na importância do movimento para cuidar da mente e cultivar uma velhice com mais saúde e vitalidade.

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O que desejo proporcionar?

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Meu sonho é ver as pessoas mais conectadas consigo mesmas, respeitando seus próprios ritmos, desacelerando, ouvindo os sinais do corpo quando ele pede uma pausa. Sonho em vê-las cultivando compaixão e amor por si próprias, reconhecendo a beleza de ser quem são. E, de tão à vontade em sua própria pele, que esse estado transborde e melhore suas relações, permitindo que os outros também sejam quem são. Sonho com pessoas alinhadas aos seus propósitos, vivendo uma vida com real sentido. Sonho com um mundo em que SER seja maior do que TER.

 

Desejo que esse sonho siga me guiando e que, de alguma forma, meu trabalho possa inspirar outras pessoas a trilharem o próprio caminho, com mais presença, coragem e verdade.

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