top of page

Reiki como ferramenta de autoconhecimento

  • Foto do escritor: Victória Becker
    Victória Becker
  • 9 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 15 de mai. de 2025

O Reiki teve (e ainda tem) um papel super significativo no meu processo pessoal. Embora seja muito conhecido como uma técnica terapêutica, ele também é uma poderosa ferramenta de conexão interna.


Quando a gente inicia a formação em Reiki, é indicado fazer autoaplicação por 21 dias seguidos. Esse ritual inicial não é apenas uma prática energética , é também um convite profundo ao autoconhecimento.Muita gente acredita que o Reiki serve apenas para aplicar nos outros, mas, na verdade, tudo começa com a gente. É no silêncio da autoaplicação que começamos a nos escutar e a cultivar presença. É ali que a jornada realmente começa.


Deixa eu te contar por quê:

– Com o Reiki, a gente aprende a se observar a partir do corpo, especialmente pelos chakras, centros de energia que não pertencem somente ao universo holístico. Eles também são estudados e utilizados por linhas da medicina tradicional, como a Acupuntura. – Ele aprofunda a relação com a respiração e fortalece a prática da meditação, ajudando a cultivar atenção plena. – O Reiki te ancora no presente, trazendo centramento, equilíbrio e presença, justamente porque, ao praticá-lo, você precisa se concentrar no aqui e agora. Essa atenção direcionada ao corpo e à respiração faz com que você naturalmente desacelere e se reconecte com o momento presente. – Ele permite silenciar a mente e escutar o corpo com mais clareza. Cria espaço para a pergunta: o que estou sentindo agora? – Na autoaplicação, você aguça sua intuição e percebe que a cura nasce de dentro. Antes, eu achava que precisava sempre de alguém de fora pra me acalmar ou me curar. Com o Reiki, percebi que também sou capaz de me regular, me acolher e me fortalecer. 

– Aos poucos, você assume seu poder pessoal e entende que não precisa buscar fora o que já existe em você.


Por tudo isso o Reiki é, pra mim, um caminho de presença, escuta profunda e autorresponsabilidade. Uma prática que me ensinou a confiar em mim, na minha intuição e no meu poder de cura, a começar em mim.


Comentários


bottom of page